quarta-feira, dezembro 15, 2010

Ridemo tutti!

Adrian Willaert, Vecchie Letrose:



Vecchie letrose, non valete niente
Se non a far l'aguaito per la chiazza.
Tira, tira, tir'alla mazza,
Vecchie letrose, scannaros'e pazze!


Sempre mi ride sta:



Sempre mi ride 'sta donna dabbene
quando passeggio per mezzo la via.
La riderella,
La pazzerella,
non vi ca ride, non vi ca ride.
Ha, ha, ha...
Ridemo tutti, per darle piacere.

sábado, outubro 23, 2010

Common ground

O common ground (e eu espero que pelo menos alguém entenda a duplicidade de sentido dessa expressão, falando-se de música) entre todas essas peças e muitas outras mais é a linha de baixo - o Basso di Ciaconnia, que é construído seguindo a progressão harmônica I - V - VI - IV - V - I e, como se pode perceber, largamente utilizado no início do século XVII, especialmente nos 1630's - época, por exemplo, de Zefiro Torna e Quel Sguardo sdegnosetto, de Monteverdi.








A partir de 1:38:





Essas indicadas pelo Edgard:



Em 0:40:




sábado, outubro 02, 2010

Je perdu l'appetit

Ária da Medusa (ou Meduso, no caso) de Persée, de Lully.

domingo, setembro 26, 2010

Sweet bird

Ouvi na última quarta-feira essa ária com o Musica Angelica e Suzie LeBlanc na Sala São Paulo e fiquei encantada logo de cara. Aqui, com a não menos querida Emma Kirkby:



Sweet bird, that shun’st the noise of folly,
Most musical, most melancholy!
Thee, chauntress, oft the woods among,
I woo to hear thy even-song.
Or, missing thee, I walk unseen,
On the dry smooth-shaven green,
To behold the wand’ring moon
Riding near her highest noon.

segunda-feira, setembro 06, 2010

domingo, setembro 05, 2010

Ich folge dir gleichfalls

O andamento é um tanto mais rápido do que estou acostumada, mas vale por ter achado finalmente uma mulher que me agrade cantando essa ária. Ruth Holton, com John Elliot Gardiner e os English Baroque Soloists.